3 de julho de 2013

Calau-rinoceronte

O calau-rinoceronte (Buceros rhinoceros) é uma espécie de ave coraciiforme da família Bucerotidae, encontrada no Sudeste Asiático. É o pássaro-símbolo do estado de Sarawak, na Malásia.
Esta ave ganhou este nome por conta do apêndice característico no seu bico. Os usos deste "chifre" não são bem compreendidos, mas pensa-se que eles tenham um papel na atração de parceiros ou para amplificar os seus chamados. 
É um dos maiores calaus existentes, 91-122 cm de comprimento , sendo superado, em tamanho, apenas pelo Calau-bicorne. Um adulto pesa entre 2 e 3 quilos. Não há dimorfismo sexual evidente, mas os machos têm a íris do olho de cor vermelha, e as fêmeas, branca. Pode viver em cativeiro por mais de 30 anos.
Em liberdade, habitam as selvas e bosques chuvosos, tanto de planície, como de montanha, em Bornéu, Java, Sumatra e a Península Malaia.. O Calau-rinoceronte enfrenta uma série de ameaças, incluindo a perda de habitat e caça pela sua carne, suas penas e seu "chifre", que pode ser esculpido num ornamento.

Como a maioria dos calaus, alimenta-se principalmente de frutas, bagas e sementes, também capturando insetos e pequenos vertebrados, sendo que, ocasionalmente, pode chegar a atacar ninhos de outras espécies. Esta ave possui um chamamento muito característico que pode ser ouvido aqui. 

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Rhinoceros_Hornbill
           https://pt.wikipedia.org/wiki/Buceros_rhinoceros

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24 de junho de 2013

Sifaka de Verreaux

Sifaka de Verreaux ou Sifaka Branco ( Propithecus verreauxi ) é um lémure da família Indriidae e habita exclusivamente em Madagáscar. 
Este lémure tem um pelo comprido, grosso, macio que é predominantemente branco, com uma coroa castanho escuro, que se estende até a parte de trás do pescoço. Possui longa cauda que usa para se equilibrar quando salta de árvore em árvore e em terra anda de um modo bastante desajeitado, aos pulinhos. 
A época de acasalamento ocorre em Janeiro e Fevereiro. E após uma gestação de 130 dias dias, entre Junho e Agosto, nasce uma única cria.  Inicialmente, o jovem sifaka fica com a sua mãe, agarrando-se à sua barriga. E torna-se independente por volta dos 6 meses de idade e sexualmente activo entre os 3 a 5 anos de idade.
As fêmeas adultas passam a vida no grupo em que nasceram, enquanto que os machos deixam a sua família e, eventualmente, estabelecem-se num grupo vizinho. 
O Sifaka Branco vive em grupos de quatro a oito indivíduos, mas pode chegar a 14 indivíduos. Alimenta-se de  folhas, frutos e flores, pulando até nove metros entre troncos verticais e ocasionalmente desce ao chão para atravessar um espaço aberto.
Esta espécie vive num habitat frequentemente seco e é capaz de suportar estas condições ao se alimentar de folhas extremamente suculentas e também ao lamber o orvalho do seu pelo para obter água extra.

Fonte: http://www.arkive.org/verreauxs-sifaka/propithecus-verreauxi/#speciesFactFile

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20 de junho de 2013

Acraga coa

A Acraga coa inicia a sua vida como uma lagarta, à qual têm chamado de “Jewel Catterpillar” (“lagarta-preciosa”) . Nesta fase de vida, este insecto assemelha-se a uma lesma com uma cor bastante peculiar, com apenas 3 cm de comprimento, apresenta múltiplos glóbulos em forma de cone sobre o dorso que parecem vidro, com grânulos laranjas. Estes quebram-se com facilidade mas depressa se regeneram. Esta “carapaça” é gelatinosa e ajuda a defender a lagarta contra o ataque de predadores, como por exemplo contra formigas. As mandíbulas das formigas ficam presas nos cones gelatinosos, forçando aquelas que se conseguem soltar a afastar-se para remover os bocados que lhes ficam na boca. Porém é pouco eficaz contra predadores de maiores dimensões. 
Normalmente, pelas cores que esta lagarta apresenta pensaria-se que é venenosa, contudo não se encontraram evidências de químicos tóxicos na substância viscosa das larvas, sugerindo que ela prende as formigas simplesmente por ser pegajosa. E dai é que vem o nome "lagarta-preciosa" pois podemos ver, mas não podemos tocar.
Foi descoberta recentemente pelo fotógrafo Gerardo Aizpuru, na  América do Sul (perto de Cancun, no México),  que publicou as suas fotos no site Project Noah. Cientistas acreditam que a espécie pertence à família de mariposas Dalceridae, mas ainda não há certezas. 
Ainda mais surpreendente é o facto desta lagarta, após o processo de metamorfose, transformar-se numa mariposa adulta com pêlo.

Fontes: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/fotografo_encontra_curiosa_lagarta__no_mexico.html 
              http://www.fciencias.com/2013/03/22/animal-em-destaque-acraga-coa/

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